Doce Jornada

Fala leitores!

Para iniciarmos nossa resenha, preciso contextualizar vocês sobre meu emprego. Eu, Bruno, trabalho como subgerente na loja da “Bruna Tavares”. Isso mesmo, a mulher que revolucionou o mercado de beleza no Brasil é a minha Boss.

Bruna tem uma amiga chamada Thaís Roque que é autora do livro que vamos falar hoje. A própria mandou um exemplar para cada integrante da equipe, então hoje posso dizer que a resenha não é sobre recebidos pagos e sim de um recebido real! HAHA

Thaís não sabe que tenho um blog literário, mas estou jogando para o universo para que ela me note, aprecie essa breve resenha e deixe um like lá no insta @_umlivropararecordar. Assim saberei que ela viu o quanto sua história me tocou.

Bora para o que interessa?

Quem aqui já passou por aquela dúvida no trabalho ou ainda tenta descobrir sua real vocação? Pois é! Sou uma dessas pessoas que demoraram muito para se encontrar no mercado de trabalho, sentir amor e ser reconhecido pelo que faço. E assim como a Mabel, a protagonista desta história, eu também me senti parte dessa leitura chamada “Doce Jornada”

Nessa história sobre amor-próprio e sobre autoconhecimento, Mabel — Brasileira — trabalha para uma empresa internacional, bem-sucedida, tem inúmeros carimbos no seu passaporte, e que se dá ao luxo de aproveitar a vida como bem quer, afinal, ganha bem por isso e só se vive uma vez. Obrigado, de nada!

Mas será que isso é suficiente? Para Maria Isabel, não! Algo a incomoda. Mas o que isso significa? Trinta anos não foi definido numa convenção social que era a idade do sucesso? Aparentemente isso não funciona muito bem na prática.

Foto por Andrea Piacquadio em Pexels.com

Após uma ressaca de tirar qualquer um do eixo e uma DR com um dos seus melhores amigos, Nate, Mabel comete a pior burrada e o medo de qualquer assalariado que tem conta pra pagar. Após vazar um e-mail super sigiloso para toda a empresa, a jovem é desligada. Puts, F*** agora!

Okay que ela nunca quis ser assistente executiva, mas esse trabalho pagava seu estilo de vida. Agora, com apenas três pulseiras Cartier — que podem quitar meu apartamento — e nenhum puto guardado, como Mabel fará para levar sua vida do jeito que gosta?

Humilhada, nossa protagonista volta a morar com o irmão em SP e tem alguns meses para retomar sua dignidade estabilidade financeira.

É nesse momento de “cheguei ao fundo do poço” que ela precisa pesar suas relações, sejam elas familiares, de amizade, experiências profissionais e sua autoaceitação para descobrir de fato o que faz sentido na sua nova vida.

“Quem nunca deu mil voltas para tentar se encontrar?”

Apesar da DR com seu amigo Nate, o rapaz não deixa de apoiar e incentivar Mabel a procurar sua melhor versão. E é num caderno que Maria Isabel começa a anotar tudo aquilo que deseja para si. Desenhando seu novo futuro em folhas brancas.

O universo é cheio de reviravoltas, altos e baixos, mas com muito jogo de cintura Mabel vai se encontrando, explorando novas oportunidades e construindo uma nova vida ao lado de um amor que ela jamais sonhava.

“Doce Jornada” é um livro para aqueles que buscam novos insights e ter certeza de que você pode ir muito além do que imagina, basta apenas um chacoalhão!

E se você gostou dessa resenha e se interessou pela jornada da Mabel, adquira seu exemplar o quanto antes!

Ufa, e aí? Esse é um livro para recordar?

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