Um de nós está de volta

A trilogia “Um de nós” está de volta (há!) por aqui com seu último volume. Agora temos a oportunidade de acompanhar os desfechos dos nossos queridos protagonistas e ainda dá tempo de resolvermos um último mistério, com um novo jogo que promete mexer novamente com a cidade de Bayview.

Se você não leu as duas primeiras obras da trilogia, é melhor tomar cuidado pois a resenha de hoje contém spoilers!

Após dois anos conturbados para todos os moradores da pequena cidade, todos acham que podem, enfim, seguir com suas vidas. Menos as irmãs da família Lawton.

Depois de descobrir que o caçula da família, Owen, foi o responsável por continuar o jogo de Verdade ou Desafio no lugar da mais velha, Emma, as irmãs decidiram manter segredo para proteger o mais novo. É claro que isso tem corroído Phoebe, já que Emma saiu da cidade, deixando-a com esse segredo. A menina não pode nem contar com os melhores amigos, já que eles foram os mais afetados por toda essa “brincadeira”.

Outra figurinha carimbada da trilogia também tenta superar o passado que parece estar pronto pra dar as caras novamente. Addy está preocupada pois seu ex-namorado (e responsável por todo o pesadelo que ela e seus amigos viveram durante uma parte do colegial) conseguiu um segundo julgamento – em liberdade condicional!

Foto por Kindel Media em Pexels.com

Nate também não está nada feliz de saber que Jake voltou a caminhar “livremente” por Bayview. Ele não consegue deixar de pensar que, quando armaram para ele ser preso pelo assassinato de Simon, não teve tantos privilégios e nem ajuda quanto o verdadeiro culpado por tudo isso.

Os outros membros da “Galera da Beyview” tentam seguir com suas vidas até que se deparam com um outdoor escrito “hora de um novo jogo Bayview”. Por mais que queiram acreditar que tudo não passa de uma publicidade de péssimo gosto usando os traumas que rondam a cidade, fica difícil manter as esperanças quando, depois de uma festa, Phoebe desaparece.

Será que o ex-namorado de Addy se arrependeu do que fez? Ou sua volta à cidade, no mesmo momento em que um novo “jogo” está prestes a começar não é coincidência? E, se não foi Jake, quem é o responsável? Owen, o garoto de 13 anos que, assim como Brandon, não foi responsabilizado por suas atitudes? Ou temos um novo personagem, com os mesmos objetivos da maioria dos moradores de Bayview, vingança? Quem serão os novos alvos desse jogo? Quem mais está escondendo segredos?

O terceiro livro da trilogia, na minha opinião, não foi tão surpreendente quanto os dois primeiros – eu consegui descobrir parte do mistério bem no começo – mas conta com alguns plot twists bem interessantes, além de nos dar a oportunidade de vermos novamente os personagens tão queridos de volta e acompanharmos o rumo que suas vidas estão prestes a tomar.

Um ponto alto para mim foi termos a chance de descobrirmos algumas coisas que aconteceram no passado de Jake e Simon que os levaram a começar todo seu plano de vingança.

Não é o meu favorito da trilogia, mas valeu a pena acompanhar essa última aventura. Agora fica com vocês a pergunta: esse é um livro para recordar?

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