Fala leitores!
Segunda sexta-feira do mês e eu tô aqui me empanturrando de paçoca. Festas Juninas e Julinas são a minha perdição! Hahaha E vocês? Aproveitando as férias?
Para nossa resenha de hoje, eu trouxe um livro de uma autora que vocês já viram por aqui, Casey McQuiston. Após o sucesso de “Vermelho, Branco e Sangue Azul” — que por sinal já tem resenha aqui no blog e que vai virar filme logo, logo! Surtando para ver meus meninos, Alex e Henry em ação! [Insira um emoji de foguinho aqui] — Casey nos presenteia com “A última parada”.
Um romance fofo, com direito a uma viajante no tempo e um amor que atravessa qualquer linha do tempo. (Não, não estou falando d’A casa no lago! Hahaha)
August Landry, a nossa personagem central, é uma garota bem cética quando o assunto é sobre a vida. Em busca de uma história totalmente diferente da que teve ao lado da mãe, a universitária parte para Nova York para dividir um apartamento com pessoas extraordinariamente excêntricas.
Landry procurava por algo estável e sólido, evitando surpresas e distrações. Era assim que ela planejava seu futuro. Mas o mundo não gira meus caros leitores, ele capota!
É na linha Q do metrô em um dia totalmente caótico para August, que ela conhece Jane, nossa viajante do tempo.

Todos os dias elas se encontram no mesmo vagão. August que até então se considera uma garota comum, se encanta por Jane. Ela é diferente, tem uma personalidade marcante, se veste como uma garota dos anos 70 e tem um sorriso capaz de parar o mundo.
Ver Jane no metrô todos os dias, naquele mesmo vagão e naquela mesma linha se tornou um dos vícios favoritos de Landry. E é nesses encontros que ambas vão se conhecendo e criando um laço capaz de gerar eletricidade para NY inteira.
“Mais de oito milhões de pessoas em Nova York e apenas uma Garota do Metrô, perdida tão facilmente quanto foi achada.”
Entendendo que J. não consegue sair, A. faz de tudo para resolver esse mistério. Afinal, ela seria a pessoa ideal para solucioná-lo… Sua mãe quem o diga. Com ajuda dos seus novos amigos, a jovem parte para essa missão de salvar Jane.
E depois? Ela voltaria para os anos 70? Seria egoísmo demais querer que Jane permanecesse ao seu lado? Por que amar alguém requer tantos sacrifícios?
É um livro que, mais do que o romance entre August e Jane, trata sobre amadurecimento e a vida adulta. August queria descobrir quem ela era sozinha, mas o encontro inesperado com Jane – uma pessoa completamente diferente e em vários pontos oposta – fez com que ela se adaptasse, se moldasse e se descobrisse novamente. E além de tudo, o livro aborda essa jornada de se conhecer como indivíduo e depois dentro de um relacionamento e como é se sentir confortável com essa nova pessoa que você se tornou. Muitos vão se identificar com as dúvidas e sentimentos da personagem.
É nesse encontro de duas almas que Casey nos leva por uma aventura sobre os trilhos e nos mostra que tudo é possível. Repleto de referências Queer, personagens marcantes e cenas hot que só a autora sabe proporcionar, “A última parada” é pedida certa para quem gosta de aventura, romance e mistério.
Mas como nem tudo é flores, confesso que achei o livro um pouco longo demais. Ao contrário do seu último título, as coisas demoram um pouco para acontecer, estendendo-se em alguns aspectos e isso torna a leitura um pouquinho cansativa.
Mas isso é só uma visão pessoal, então não deixem minha opinião interferir na leitura. Afinal, a ressaca literária bate em momentos inoportunos. Gostaria muito de saber a opinião de vocês sobre o livro!
Aproveitando, vou deixar o link aqui no finalzinho para a compra do livro. E deixo com vocês a pergunta: Esse é um livro para recordar?

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