Fala leitores!
No nosso TBT de hoje, trouxe um título conhecido por muitos. Seja pelo livro, adaptações para TV ou até a mais recente Série da Netflix. Anne!
Eu conheci Anne inicialmente pela série e fiquei totalmente deslumbrado. Confesso que assisti umas 3x e chorei em todas elas. Com três temporadas de arrancar suspiros e com pautas atuais importantíssima.
Apesar de uma história tão antiga, a Netflix trouxe um olhar através do empoderamento feminino, do respeito sobre a identidade de gênero e da luta da minoria. Uma pena terrível terem cancelado a série.
E é através dessa ótica que eu me vi totalmente interessado em ler os inúmeros livros de Lucy Maud Montgomery.
Para quem gosta de livros sensíveis e que ilustram valores básicos como a ética, a solidariedade, a honestidade e a importância do trabalho e da amizade, essa é a pedida certa! Mas estamos falando de um livro de 1908 e suas limitações da época. Mesmo assim, é um livro leve e sensível de ler.
E aqui partimos para Green Gables, na Prince Edward Island, no Canadá que conhecemos os irmãos Marilla e Matthew Cuthbert. Ambos moram juntos deste sempre na humilde fazenda e como a idade avança, eles percebem que precisam de uma ajuda extra para manter as atividades lugar.

É através da adoção de um órfão que os irmãos acham que seus problemas estariam resolvidos. Um menino forte seria ideal para o trabalho pesado da fazenda. Mas um “erro” é cometido e quem acaba desembarcando do trem é uma garotinha de 11 anos chamada Anne Shirley.
Anne é ruiva, curiosa, magricela e tagarela, tudo que Marilla — e a comunidade daquele lugar — abomina. Diante de uma situação desconfortante e na tentativa de ajustar as coisas, Anne se pega totalmente desolada ao descobrir que ela não era aquilo que esperavam.
Apesar da tristeza cruciante, a garotinha é repleta de esperança e sempre tenta enxergar as coisas através de uma outra ótica. Decidida a conquistar os irmãos, em especial Marilla que é mais durona, Anne mostra dedicação e bota em prática toda experiência que adquiriu nos seus poucos anos de vida.
“Não é esplêndido pensar em todas as coisas que há por descobrir? Isso simplesmente me deixa feliz por estar viva… o mundo é interessante demais. E ele não seria tão interessante assim se já soubéssemos tudo, não é mesmo? Não haveria escopo para a imaginação.”
Com muito trabalho duro e com uma intensidade fora do comum, a pequena órfã conquista o coração dos seus “pais” adotivos, e mostra com toda garra que meninas podem ser tão forte como os meninos.
Com uma sede de conhecimento e de amor, Anne atrai os olhares (e alguns problemas também) dos moradores da Ilha. É uma questão de tempo até que Anne conquiste a todos, mas antes que isso aconteça a garotinha se mete em aventuras que deixaram os Cuthbert de cabelos em pé!

“Quando você está imaginando, é melhor imaginar algo que valha a pena”
Com personagens marcantes, a autora nos guia em uma história doce e leve através de uma perspectiva de uma criança com uma fé inabalável capaz de mudar o mundo. E é nesse enredo de questionamentos, brincadeiras e a pureza de uma criança que, aprendemos a amar Anne.
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