A culpa é das estrelas

Fala leitores!

Última sexta-feira do mês e para encerrar setembro, trouxe um livro que arranca suspiros. “A culpa é das estrelas”, de John Green é um marco na literatura infantojuvenil. O filme marca também milhares de telespectadores, lembro até hoje que tive que sair de bote do cinema… Pessoas chorando por todos os lados, foi uma loucura!

É nesse livrinho de 288 páginas que conhecemos o real significado de “Cara, estou muito na merda!”. Uma história envolvente e tocante como jamais vimos.

Hazel Grace Lancaster — ou só Hazel — é uma paciente terminal que graças a medicina avançada e empenho dos seus médicos consegue ganhar um pouco mais de tempo. Diagnosticada quando ainda era criança, Hazel ao lado dos seus pais seguem matando um leão por dia.

Foto por Anna Shvets em Pexels.com

“Às vezes as pessoas não entendem as promessas que estão fazendo no momento que as fazem.”

Ao contrário de seus pais, que são totalmente confiantes em relação ao tratamento, Hazel tem os pés no chão. Com uma personalidade forte, espirituosa e decidida nossa protagonista segue o caminho da razão sem se deixar abalar por falsas esperanças.

Por ser um tanto que reclusa, sua a mãe acha que ela deveria aproveitar mais a vida, mesmo que isso signifique participar de reuniões com pessoas que passaram ou passam pela mesma situação. Contra sua vontade, a jovem participa dos encontros do Grupo de Apoio a Crianças com Câncer na tentativa de trazer algum conforto para seus pais.

Foi nesses bate papos, na igreja em um círculo de pessoas estranhas que Hazel conhece Augustus Waters. Sarcástico e extremamente bonito, o rapaz atrai atenção da garota através das suas filosofias de vida.

“É uma metáfora, veja: você coloca a coisa que te mata bem entre os dentes, mas não lhe dá o poder de matar.”

Gus está estável faz alguns anos e tem uma de suas pernas amputadas, e mesmo assim vive a vida de forma intensa e sempre com muito otimismo.

O relacionamento dos dois vai se fortalecendo conforme o tempo passa e Hazel percebe que apesar da sua situação, nada a impediria de viver essa grande experiencia e ao lado de Waters seria a melhor maneira de se entregar a essa aventura.

“Todo mundo quer ter uma vida extraordinária”.

A trama se desenrola com vigor e algumas tensões em relação a saúde da nossa protagonista, o que deixa a gente um tanto aflito durante a leitura. Através dos interesses em comum, Gus proporciona a Hazel um dos melhores dias de sua vida, assim como nós, ela é uma leitora voraz e tem um livro favorito que por incrivel que pareça não tem um final.

Em busca de uma resposta, o casal parte para uma aventura em Amsterdã para conhecer o autor do livro. A viagem é perfeita, com momentos e cenas marcantes, e mesmo nem tudo tendo saído como se esperava, os jovens vivenciam momentos lindos.

Foto por Valeria Boltneva em Pexels.com

Apesar da leitura te trazer para uma corda bamba, onde você se equilibra entre a razão e a emoção, você não deixa de torcer por um pequeno milagre. E é nessa esperança que vamos acompanhando e vendo nosso casal preencher seu pequeno infinito.

Lembro que não chorei no filme — e olha que eu assisti duas vezes — mas a leitura me tocou de forma especial, posso dizer de forma segura que é um dos meus livros favoritos. E somente John Green poderia me proporcionar algo tão delicado e marcante! Okay? Okay.

Com certeza essa é uma leitura para recordar. E para vocês? Esse é um livro para recordar? Se a resposta for sim, deixarei aqui no final o link para compra!

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