Sempre teremos o verão

O último livro da “Trilogia Verão” é o texto de hoje, já que a última temporada da série acabou de estrear. “Sempre teremos o verão” encerra o ciclo da história entre Belly e os irmãos Fishers, Conrad e Jeremiah.

Alguns anos se passaram desde “Sem você não é verão”, e Belly e Jere estão vivendo uma linda história de amor. Namoram há mais de dois anos, estudam na mesma faculdade, quase nunca brigam e são melhores amigos.

Tudo parecia perfeito na vida da nossa protagonista. Ela estava namorando, fazendo amigos novos na faculdade, se tornando ainda mais próxima de sua amiga da vida toda, Taylor, e, apesar de ainda sentir falta de Susannah, agora já conseguia sorrir ao lembrar dela.

Era tudo muito bom para ser verdade, e o mundo de Isabel desmorona quando ela descobre que Jere estava escondendo algo dela. A garota fica arrasada e não sabe se perdoa ou não o rapaz, afinal, ele não é apenas seu namorado, mas também seu melhor amigo. O que torna a mentira ainda pior, e a deixa ainda mais perdida.

Depois de muito pensar, decide dar uma segunda chance ao namorado, afinal, ele não é o único que escondia algo na relação. Belly se encontrou uma vez com Conrad na casa de praia, mesmo sem planejar, mas nunca contou a Jere sobre isso.

Durante a conversa de reconciliação, Jeremiah, disposto a provar que nunca mais mentirá novamente, a pede em casamento. Mas não foi uma decisão impulsiva, o rapaz tinha comprado até um anel. Sem nem pensar muito, Belly aceita, e assim, estão noivos – aos 19 anos.

O casal decide esperar e contar para a família toda junta a novidade, já que sempre foi o sonho das mães que Bells se casasse com um dos Fishers. Mas, o que era para ser uma celebração, vira uma grande briga quando os pais se opõem a união, alegando que ambos são jovens demais.

Foto por Pixabay em Pexels.com

E não foram os únicos que não gostaram nada da notícia. Conrad viu seu mundo perdido ao perceber que pode perder a garota de sua vida para sempre, e a culpa é toda sua, já que praticamente jogou Belly para o irmão.

Mesmo com todos contra o casamento, os noivos estão determinados a fazer a cerimônia acontecer e vão lutar contra tudo e todos para provarem que estão certos, se amam e, apesar da idade, são maduros o suficiente para tomarem as próprias decisões.

Quanto mais o casamento se aproxima, mais Belly fica nervosa, e mais se aproxima de Conrad – o que pode ser o motivo de tanto nervosismo. Depois de anos sem se verem ou se falarem, estão novamente sobre o mesmo teto e todos os sentimentos que a garota achou que tinham sumido, aparentemente ainda existem. E para seu desespero, fica cada vez mais difícil esconder tudo o que está sentindo.

É possível esquecer o primeiro amor? Ou ele sempre ocupará um lugarzinho no nosso coração? Se casar, quando ainda é tão jovem, pode dar certo? Ou essa união está fadada ao fracasso? Belly vai tentar deixar todos os sentimentos contraditórios por Conrad para trás para se casar com Jere? Ou vai abrir mão de tudo o que construiu com o rapaz ao longo desses anos para tentar, mais uma vez, um romance com o mais velho dos Fishers?

Eu confesso que achei o final do livro meio corrido. Não gosto quando tudo dá errado até os 45 do segundo tempo e, de repente, tudo se acerta. Gosto de ver todo o percurso do “felizes para sempre”. Mas, apesar disso, Jenny Han conseguiu concluir a trilogia da forma que começou, leve e cheia de romance.

Estou ansiosíssima para a conclusão da série que, na minha opinião é infinitamente melhor que os livros, o que quase nunca acontece.

Agora fica com vocês a pergunta: esse é um livro para recordar?

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