Meu livro. Eu que escrevi

Olá leitores!

Nesta semana trouxe a autobiografia de uma personalidade icônica e de uma presença totalmente marcante! — Me sinto em um programa de TV, credo que delícia! — Criada por Raony Phillips, Duny (Leia-se Dani) é uma personagem que nasceu dentro da plataforma The Sims, o jogo que se tornou um dos games mais notórios de todos os tempos.

Ela traz consigo o grande desejo de se tornar mundialmente conhecida, através de todo seu talento, carisma, inteligência e sua beleza prodigiosa. Mas isso é o que ela acha…

Dotada de um grande humor ácido e tolerado por poucos, a vida de Duny é baseada em babados, gritarias e confusões. Para ela, a fama é o grande gelado copo d’água no meio do deserto. Sentiu a necessidade? É daí para mais!

Lançado em 2017 pela editora Intrínseca e com apenas 168 páginas, Meu livro. Eu que escrevi. conta as melhores aventuras de Duny Eveley, uma personagem da websérie Girls in the House, criada por Raony Phillips e apresentada no canal RaoTV, no YouTube.

Raony, hoje com 28 anos, formado em Marketing e sozinho roteiriza, produz, dubla e sonoriza todas as séries de ficção do RaoTV, que, lançado em 2015, soma mais de 100 milhões de visualizações. — Talvez mais, fiquei com preguiça de pesquisar. A Duny que habita em mim saúda a Duny que habita em você — Girls in the House nasceu originalmente como uma história em quadrinhos e acompanha as idas e vindas dos hóspedes e funcionários da Pensão da Tia Ruiva, uma pousada de qualidade duvidosa onde tudo pode acontecer.

Retirado da Wikipedia, a fonte mais confiável de informação

A personagem, conhecida pelos fãs por ser uma mulher forte, determinada e que trabalha na Pensão da Tia Ruiva, e estrela dessa resenha também comanda um reality show investigativo Disk Duny e é também comentarista on-line de premiações como o Oscar e o Grammy para uma grande rede de TV.

Para chegar aonde chegou, a humilhação veio — mas veio como aquela surra entre Maria Clara (Malu Mader) e Laura (Claudia Abreu) em “Celebridade” — com mala e cuia. Exagero? Imagina você fazendo agachamento em trajes sucintos em um programa de auditório ou fingir que você ama crianças só para se tornar babá da filha de uma grande cantora famosa? São algumas das experiências que são contadas com muito humor na obra e que te fazem não soltar o livro e querer mais páginas quando ele acaba.

Foto por somi Hamad em Pexels.com

“Se você não amar a si mesma, ninguém vai te amar, porque você é a maior escrota”

– Evelyn [avó de Duny] para Duny

A biografia é dividida em nove capítulos, sendo que um deles está em branco porque ela estava muito cansada para continuar. Neles você encontra os pontos mais marcantes da personagem, com histórias únicas e diferentes, mas que não deixam de se ligar amarrando você completamente a história. Se você divide o quarto com alguém, sugiro que leia em outro lugar… A gargalhada é algo inevitável.

Meu livro. Eu que escrevi. É para você que aprecia livros cômicos, com o melhor da linguagem escrachada e da ironia na medida certa. Esse é o livro adequado para dar boas risadas! Caso ao contrário, sugiro que você dê uma chance — sei lá, vai que a Duny leia isso e me mande tomar uma coisinha, tipo no cool — para conhecer essa personalidade que é um amorzinho.

Bom, vamos parando por aqui e de coração espero que vocês se divirtam com essa resenha, assim como eu me diverti escrevendo. Agora fica com vocês a pergunta: Esse é um livro para recordar?

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10 comentários em “Meu livro. Eu que escrevi

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  1. Eu adoro esse livro!! Já era um fã de Girls in The House e o livro me surpreendeu com o humor. É impossível ficar sem gargalhar durante a leitura e largar o livro quando vc começa a ler.

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