As sobreviventes

Pra resenha de hoje, escolhi o livro “As sobreviventes”, que foi o melhor livro que li no ano de 2020. A história é tão cheia de reviravoltas que eu devorei em dois dias!

A trama tem como pano de fundo a história de três garotas que foram as únicas sobreviventes de diferentes tipos de massacres.

Lisa, sobreviveu a uma chacina numa república. Samantha, por sua vez, sobreviveu a um massacre ocorrido num motel. E Quincy, nossa protagonista, conseguiu se salvar de uma trágica série de assassinatos ocorridos numa cabana, onde estava com seus amigos.

Apesar de cada tragédia ter acontecido em um ano, as três têm seus nomes ligados, pois levam o título de “Garotas Remanescentes”, nome que recebe a única mulher que sobrevive no final dos filmes de terror.

A história do livro acompanha a vida de Quincy, e é dividida em dois tempos. Um no presente, que é a própria protagonista que narra, e a noite do Chalé Pine (cabana onde seus amigos foram mortos), dez anos antes, narrado em terceira pessoa.

Um dos pontos fortes da história é que nossa Garota Remanescente alega não se lembrar de nada do que aconteceu na noite dos assassinatos, então toda vez que a história volta os dez anos, vamos descobrindo o que aconteceu junto com a personagem.

A viagem ao Chalé Pine era pra ser uma comemoração do aniversário da melhor amiga de Quinn, Janelle. As duas garotas e mais quatro amigos, entre eles o namorado de Quincy, Craig, vão passar o final de semana na cabana sem a supervisão dos pais. Mesmo o chalé sendo no meio do mato, e há poucos quilômetros de um hospício, eles prometem que aquele será o melhor final de semana de todos!

Foto por Spencer Selover em Pexels.com

Tudo parece correr perfeitamente bem, até que, na volta de uma caminhada, eles encontram um rapaz parado, espiando dentro da cabana. O nome dele é Joe, que alega ter quebrado o carro e diz que foi até lá em busca de ajuda. Janelle, que ficou interessada no rapaz, convida-o pra ficar pra festa, e tudo desanda a partir daí.

Depois de encontrar Janelle correndo em sua direção, ensanguentada e pedindo socorro, a memória de Quinn tem um apagão, e a próxima coisa da qual ela se lembra, é de correr pela mata até encontrar Coop, o policial que a salvou. Desde então, o homem se torna a sua rede de segurança.

Dez anos depois, Quincy Carpenter leva uma vida normal, tem um blog de confeitaria e mora com o namorado. Mas tudo muda quando Lisa Milner, a primeira Garota Remanescente, é encontrada morta e Samantha Boyd, a segunda, aparece na porta de sua casa, disposta a arrancar dela tudo o que realmente aconteceu na noite no Chalé Pine.

Determinada a descobrir o que aconteceu com Lisa, Quinn pode acabar abrindo feridas não totalmente cicatrizadas, e ter que reviver aquela fatídica noite, percebendo que nem tudo é o que parece.

Com uma história de um pouco mais de 300 páginas, Riley Sager consegue te prender do início ao fim, e descobrir tudo junto com a protagonista, com certeza é um dos triunfos do livro.

“As sobreviventes” é um dos meus livros preferidos e estou sempre recomendando. Quando escrevi a resenha, tive que me atentar pra não me alongar e nem dar spoiler, pois eu queria falar sobre tudo! Deu pra perceber que eu sou fã da história, agora fica com vocês a pergunta: esse é um livro para recordar?

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7 comentários em “As sobreviventes

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