Fala leitores!
Já estamos na última resenha do mês? 2022 nem começou e já estamos indo para o mês mais curto do ano! Aproveitando que estamos no final das férias, e quase iniciando mais um ano letivo, trouxe para vocês mais uma obra da autora Carol Sabar que nos faz entrar no clima escolar.
O livro foi publicado pela Editora Jangada — que, por sinal, foram muito atenciosos quando compartilhei no meu insta que estava lendo este livro. — em 2016.
É o segundo livro que leio da Carol — o primeiro, “Azar o Seu!”, resenha disponível aqui no blog — e já considero uma das minhas autoras nacionais favorita. As narrativas da Carol são tão leves e divertidas que estou ansioso para ler “Como (quase) namorei Robert Pattinson”.
Já contei que eu tenho um crush no Rob? Qual é? Eu mudaria para Lufa-Lufa para ficar perto desse homem! Hahaha
Ok, voltando…
Cabeças De Ferro (CDF) é ambientado em uma universidade concorridíssima da qual Malu ralou MUITO para entrar. O que era para ser um dos melhores momentos da sua vida, acabou se tornando um dos seus piores pesadelos.

1º Teria que enfrentar o trote mais temido da Engenharia;
2º Quem aplicaria seria o veterano Artur Cantisani, seu maior inimigo — e gostoso pra cacete — desde os seus 11 anos de idade.
3º Ser alvo de um suposto “assassino!”
“— Cabeças de Ferro, eis a nossa obrigação!
— Levar esses calouros à completa humilhação!
— Cinco, quatro, três, dois, um! Manda ver, Cantisani!”
No momento que inicia o trote, nosso bad boy Cantisani joga o líquido dado a ele em outra garota, e não em Malu que supostamente deveria ser atingida, que de imediato sofre de choque anafilático. Diante de uma situação pavorosa, todos fogem deixando apenas Malu, Cantisani e Nicolas — Outro gostosão, futuro advogado, melhor amigo e apaixonadíssimo por Malu — na “cena do crime”.
“Então abri os olhos. Artur havia despejado o líquido na garota japonesa ao meu lado. Não em mim. […] De repente a garota ficou branca como cera e seu rosto foi inchando, inchando… Até ela pôr as mãos na garganta, como se estivesse sufocando, e desabar no chão.”

Estranhamente o único líquido/gosma jogado na caloura tinha uma cor diferente das outras garrafas, que por sinal, desapareceram sem deixar nenhuma pista.
Após salvar a vida da caloura e tentar provar sua inocência, Cantisani pede ajuda à Malu para resolver esse mistério. Afinal, o líquido em questão estava destinado a ela!
Unindo seus cérebros geniais na busca por respostas, os jovens saem numa aventura em trezentas e poucas páginas que te prendem até a última folha. Quem será que está por trás disso?
Lendo essa história lembrei que, quando comecei as aulas na faculdade — uma semana antes do Lockdown e tudo virar um caos com a pandemia — eu tinha essa euforia de conhecer um lugar novo, fazer amizades que me levariam a festinhas e outras ocasiões que só a faculdade me traria. Tirando os surtos, dizem que são os melhores anos!
Lembrei que uma vez, eu estava em MG e alguns amigos me levaram para uma chopada de Medicina. Foi insano e mega divertido. Mais isso foi uma vez, há 84 anos.
Mas quem eu quero enganar? Estou falando de uma faculdade particular na capital, sem muito agito e durante uma pandemia. No máximo que eu esperava era um litrão no boteco mais próximo! Hahaha
Mas enfim, Carol Sabar me levou para esse universo universitário que — estando em EAD — não “conhecerei”, mas que me divertiu muito durante dois dias. Um livro cheio de referências agradáveis que só um autor brasileiro pode nos proporcionar.
Se você apreciou essa resenha, deixarei o link aqui no final para a compra do livro. ❤
Então é isso, meus amigx!
Fazemos a resenha, mas fica com vocês a pergunta: Esse é um livro para recordar?
