Fala leitores!
Já estamos no final de fevereiro e temos muito drama com a rainha do crime, Agatha Christie. No começo fiquei com dúvida se rolaria fazer resenha deste livro, porque eu não estava entendendo nada e terminei com a cabeça explodindo. O livro da Gatha é antigo demais, cheirava mofo e com um português arcaico — primeiras traduções — que me desafiou, foi uma questão de honra resenhar esse título.
“Cartas na mesa” me enganou totalmente. Que novidade! Bem , esse é o objetivo da autora.
A trama começa quando Mr. Shaitana convida 8 personalidades para um jantar cheio de ostentações e partidas de bridge. O anfitrião cheio de si, declara para um dos convidados que sabe de alguns segredinhos… Poirot por sua vez está mais atento do que nunca.
“É IMPOSSÍVEL NÃO DAR COM A LÍNGUA NOS DENTES… A MENOS QUE A PESSOA FIQUE SEMPRE DE BICO CALADO! A FALA É A MAIS FATAL DAS REVELADORAS.
A sala é composta por 4 detetives e 4 suspeitos. O que Mr. Shaitana pretende com esse encontro exótico em uma casa recheada de artefatos luxuosos e excêntrico? Tudo parece bem, até encontrarem o colecionador morto, apunhalado por uma de suas “peças colecionáveis”, sentado, serenamente em sua sala.
Chega a ser ousado demais pensar que 1 dos 4 suspeitos ousou matar o anfitrião sobre os narizes dos 4 detetives. Mas se tratando de Agatha Christie, muitas águas vão rolar nessa trama.
Nem preciso comentar sobre o anseio desses detetives em solucionar o caso. E que comecem os jogos!

Nossos detetives — já mencionados em outros títulos — já estão botando a mente para trabalhar. O superintendente Battle da Scotland Yard, a escritora de romances policiais Ariadne Oliver, o Coronel Race e o incomparável Hercule Poirot estão sedentos por respostas, e o suspeitos que se cuidem, pois eles não estão de brincadeira!
“A VERDADE ÀS VEZES MAGOA… E DESTRÓI NOSSAS ILUSÕES.”
Os suspeitos: O médico, uma senhora viúva, um aventureiro e uma bela moça, cidadãos aparentemente comuns e passivos não devem tornar o caso mais fácil. Quando você acha que um deles é o assassino … Um novo plot surge para te surpreender.
A audácia do assassino, o agir com a destreza de um gatuno… tudo é surreal, te prende e te faz devorar o livro atrás de respostas. Nessa trama você acha que entendeu alguma coisa, mas não entendeu nada. E isso é MARAVILHOSO. A mente da autora é uma caixinha de surpresas!
E se você ficou curioso com essa resenha e adoraria conhecer outros títulos, leia também “E não sobrou nenhum”.
E é isso, fazemos a resenha, mas fica com vocês a pergunta: Esse é um livro para recordar?

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