Vermelho, Branco e Sangue Azul

Olá leitores!

Hoje vamos falar do livro do momento, “Vermelho, Branco e Sangue Azul” de Casey McQuiston – Editora Seguinte. Com temática LGBTQIA+ o romance entre Alex e Henry vem conquistando milhares de leitores com a história de amor mais badalada da Casa Branca e o Palácio de Buckingham.

Após bater o olho em uma livraria e me apaixonar pela sinopse acabei ganhando o livro de presente de aniversário da minha irmã — em fevereiro — e só a pouco consegui lê-lo.

Inicialmente posso dizer que não li nada até agora que me fizesse justiça para tudo que sonho em uma história, mas estou em êxtase e desde que terminei e não consigo parar de pensar em Alex e Henry. Deus me ajude numa possível continuação.

Através de um romance clichê envolvendo a realeza, Casey nos submerge intensamente no mundo da política e nos segredos mais sombrios da coroa.

Na trama conhecemos Alex e June, filhos de Ellen Claremont, a Presidenta dos Estados Unidos e Nora, neta do vice-presidente. A “Santíssima Trindade” — prefiro chamá-los assim — são os queridinhos dos tabloides, notícias e fofocas norte-americana. Três jovens dotados de inteligência, carisma e com futuros brilhantes. Sem eles, nada aconteceria na história.

Com uma imagem a zelar em relação ao seu futuro na política, Alex acaba se descuidando e se metendo numa grande confusão com o príncipe mais novo da Inglaterra — e seu maior rival —, Henry, durante o casamento da família real britânica. Ambos caem sobre o bolo de casamento caríssimo dando o que falar no mundo todo.

Foto por Jou00e3o Gustavo Rezende em Pexels.com

Para reverter toda essa situação de desavenças e rixas é criado um plano para que ambos sejam vistos como melhores amigos, assim evitando um grande problema diplomático entre suas nações. Para Alex, Henry é o cara mais tedioso do mundo todo e isso será um grande martírio e desperdício de tempo para o rapaz.

No decorres dos encontros Alex percebe que nem tudo que reluz é ouro, e que Henry é muito mais que um príncipe misterioso encantado dono de um corpo de um Deus Grego.

O livro prende do começo ao fim e é completamente regado de carisma e humor. “Poxa Bruno, mas o livro é somente esse clichê juvenil?” Não meu queridx, o livro é um tapa na cara da sociedade racista, machista, homofóbica e transfóbica!  Uma leitura que nos leva a pensar e refletir sobre o mundo que queremos e como o respeito tem que partir de todos em suas diferentes classes sociais.

“História, Hein? Aposto que poderíamos fazer.”

Foto por 42 North em Pexels.com

Quando terminei minha leitura, busquei depoimentos de pessoas que também haviam lido “Vermelho, Branco e Sangue Azul”. A sensação de alegria e satisfação que a leitura me trouxe era algo tão gratificante que era difícil acreditar que somente eu estivesse sentido aquilo.

Em meio a tantos depoimentos de diferentes lugares percebi o quanto Casey unificou pessoas de diferentes lugares pedindo por respeito e aceitação. O mundo é para todos, o amor é para todos!

Agora fica com vocês a pergunta: esse é um livro para recordar?

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9 comentários em “Vermelho, Branco e Sangue Azul

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