Fala leitores!
Mais um TBT quentinho aqui no blog e trago um clássico que marcou, e ainda marca, milhares de leitores por todo mundo. A última vez que falei de Crepúsculo aqui, foi quando fiz a resenha de “Como quase namorei Robert Pattinson” da autora brasileira, Carol Sabar.
O texto teve muitas visualizações, o que me deixou bastante feliz, e espero que essa tenha o mesmo alcance para os leitores fãs da saga.
Minha parceira aqui do blog, Renata, também já fez uma resenha falando do “Sol da meia-noite”, a versão do primeiro livro sobre o olhar de Edward. O texto está maravilhoso, então, bora lá conferir!
Vamos ao que interessa?
Crepúsculo é o primeiro livro da saga e conta a história da frágil e humana Isabella Swan, que sai da ensolarada Phoenix – onde mora com a mãe, Renée, e o padrasto –, para morar na esverdeada, chuvosa e fria Forks com o seu pai Charlie, que é policial.

Bella tem a plena consciência que morar naquela cidadezinha seria um grande desafio. Mas entende que sua mãe precisa seguir com a nova vida ao lado marido que, devido ao trabalho, tem que viajar muito. E ser um peso nos ombros do casal está longe dos seus planos.
“— Eu quero ir — Menti. Sempre menti mal, mas ultimamente ando contando essa mentira com tanta frequência que agora parecia quase convincente.”
Totalmente atrapalhada, e com uma coordenação motora que desfia a realidade humana, nossa protagonista parte para um novo capítulo de sua vida sem fazer ideia dos perigos que a pacata cidade de Forks pode oferecer.
A chegada de Bella levanta muita curiosidade entre os jovens daquele lugar, afinal, todos já se conhecem, o que faz da garota o assunto do momento – e alvo de todos os garotos. Além disso, lidar com Charlie é um outro “obstáculo”… Como conviver com um homem cheio de manias e que mal conhece?
Mas isso seria um problema para depois. Os primeiros dias dela em Forks High School foi cercado de olhares curiosos, garotos cheios de hormônios oferecendo toda e qualquer ajuda e garotas com aquela pontinha de inveja por ela estar recebendo tanta atenção.
É nesse ambiente um tanto hostil, que nossa protagonista acaba fazendo “amizade” com um grupinho bem animado. Agora, sentada em uma mesa e um pouco mais à vontade, Bella começa a observar os alunos daquele lugar.
“Foi ali, sentada no refeitório, tentando conversar com sete estranhos curiosos, que eu os vi pela primeira vez.”
Com uma beleza sobre humana e olhares que facilmente poderia atravessar a alma, Bella se vê totalmente encantada pela família Cullen. Como seria possível, naquele lugar, existir pessoas como aquelas? Poderiam ser considerados modelos facilmente, mas, para Swan, até os supermodelos ficariam no chinelo perto deles.
E assim, Bella se depara com o seu destino, Edward Cullen.
Ed é perfeito, com uma beleza estonteante carregada de mistério, que faz qualquer pessoa perder a linha de raciocínio perante sua presença. Tudo nele é tão atrativo que Bella é incapaz de resistir, e, como qualquer garota daquele lugar, se apaixona por ele.
“— Ele é lindo, é claro, mas não perca seu tempo. Ele não namora. Ao que parece, nenhuma das meninas daqui é bonita o bastante para ele.”
O que ninguém espera é que ele também se apaixona por ela. E é nesse amor quase obsessivo que Edward avisa o quanto pode ser mortal para ela. Ignorando qualquer alerta, Bella entrega seu coração ao jovem. ( Mas vamos combinar? Eu também não me importaria de correr esse risco! Rs)
Bella, apesar de atrapalhada, é uma jovem esperta e aos poucos vai desvendando o mistério que envolve aquela família. Mas quando enfim descobre toda a verdade, já é tarde demais. Seus sentimentos pelo rapaz são o principal motivo de sua existência. Um amor perigoso e letal. Porém puro e verdadeiro, que vai além da mortalidade.
“— Quais são suas teorias?
Eu corei. — No último mês eu vacilava entre Bruce Wayne e Peter Parker.”
Sthephenie nos envolve em um mundo fantástico, repleto de lendas que nos prende até o fim. Um romance entre um vampiro sedento pelo seu sangue e uma humana que lutará até a última batida de seu coração para ficar ao seu lado.

Nem preciso dizer que Crepúsculo é um marco na literatura infanto-juvenil, e que pelo menos 80% dos leitores têm os exemplares na sua estante. Os filmes também são encantadores e é inevitável maratoná-los em um dia chuvoso.
Sou fã de carteirinha e quem ler “Como quase namorei Robert Pattinson” vai entender melhor. Há!
Mas é aquilo meus leitores, eu faço a resenha, mas fica com vocês a pergunta: Esse é um livro para recordar?
