O diário da princesa – Vol. I

Fala leitores!

Acabei de ler um clássico que deu a origem a um dos meus filmes favoritos e com certeza do pessoal dos anos 2000. “O diário da Princesa” da Meg Cabot é a pedida certa para aqueles que amam comédia romântica.

Para quem acha que o livro é igual ao filme está totalmente enganado. A Disney deu uma boa maquiada e se você quer de fato conhecer Amélia Mignonette Grimaldi Thermopolis Renaldo, a princesa de Genovia, (ou Mia para os mais íntimos) sugiro que você compre logo esse livro! Ah!

Ou, se você preferir, vem comigo para saber um pouco mais, que tal?

Considerada uma menina “estranha”, vegetariana e sem muitos atributos físicos: Mia Thermopolis é uma típica aluna do colégio Albert Einstein que está sendo reprovada em álgebra pelo seu professor — e namorado da sua mãe —, o Sr. Gianini.

Como se já não bastasse lidar com sua falta de jeito, pés enormes e o seus quase 1,80 de altura, Mia ainda precisa driblar do temperamento difícil da sua melhor amiga e excêntrica, Lily Moscowitz.

“Diga a ela que você não quer que ela saia com ele. Eu não compreendo você, Mia. Você anda por aí mentindo sobre como se sente. Por que, para início de conversa, você não diz realmente o que sente? Seus sentimentos têm valor sabia?”

Não que ela não ame a Lilly, longe de mim afirmar tal coisa, ela ama, mas é complicado conviver com alguém tão mandona e cheia de opiniões fortes. E é no programa “Lilly manda a real” que a garota bota a boca no trombone, e expõe seus pensamentos.

Sem deixar de mencionar Lana, a garota mais popular do colégio, e o pior pesadelo de Mia. Vítima constante de bullying da líder de torcida, Mia é caidinha pelo namorado — e maior gato — da sua arco-inimiga, Josh. Cara, como não simpatizar com a nossa protagonista? Gente como a gente, humilhadíssima na escola, caidinha pelo cara mais popular do colégio e péssima em matemática.

Contei que Mia é reservada? Não? Então beleza. Mia é reservada! E é por este motivo que ela ganha de sua mãe um diário. Helen acha que a filha precisa extravasar de alguma forma e por isso deu a filha um diário para que pudesse escrever tudo que pensava.

Nesse pequeno caderno podemos encontrar diversos pensamentos, fórmulas de cálculos, dever de casa e até lista de compras. A gente, que isso? Cada um usa seu diário da forma que quiser! Eu hein, nada de julgamentos aqui! ( O que me fez lembrar que meu desodorante acabou…)

Mia tem plena consciência que é fruto de um relacionamento improvável, o que ela não esperava, era acordar um dia e saber que seu pai é Principe de Genovia e que na falta dele, Mia assumiria todas as responsabilidades como Princesa.

Foto por Jonathan Goerke em Pexels.com

Imagine acordar e descobrir que é da realeza, e que aquela senhorinha que chama de avó ou como a Mia se refere, Grandmère (Avó em francês), é na verdade a princesa-viúva. Loucura, né? Essa graça ainda não aconteceu em minha vida. 33 anos e contando…

É nesse dilema entre viver entre esses dois mundos que vamos acompanhando Mia se descobrindo e crescendo como mulher. Colocando na balança tudo que é importante e se deparando com situações inusitadas. O quê uma princesa faria? Qual é a voz de uma garota de 15 anos perante uma sociedade? Qual o apoio familiar diante dessa notícia e quem são os verdadeiros amigos?

Pois é leitores, questões difíceis para se pensar, mas enquanto vocês refletem, deixo com vocês a pergunta: Esse é um livro para recordar?

Um comentário em “O diário da princesa – Vol. I

Adicione o seu

Deixe um comentário

Blog no WordPress.com.

Acima ↑