Fala leitores!
Hoje nossa resenha veio diretamente da França, então peguem seus croissants e um cafezinho e venham se divertir com Emily Cooper.
Bienvenue en France
Quem aqui conhece a série da Netflix, “Emily em Paris”? A série é um sucesso entre os expectadores, inclusive eu – obviamente! Eita sériezinha que faz querer se arrumar, ter uma refeição digna de um chef como o Gabriel, e desejar passear pelas maravilhas das ruas parisienses! Oui oui
Já dizia aquela música: “Quem acredita, sempre alcança!” haha
Vamos ao que interessa! Para quem não conhece a história, Emily Cooper é uma executiva de marketing de Chicago, e é contratada para fornecer uma perspectiva americana em uma empresa de marketing em Paris, a Savoir.
Somos movidos por sonhos e Emily está a caminho do seu. Seu novo endereço é exatamente na Cidade Luz! Onde as mentes mais iluminadas nas diversas vertentes das artes acabam se encontrando.
“Nicole Kidman ficaria orgulhosa demais de mim!”
Dentro de um táxi e com o coração saindo pela boca, nossa executiva de marketing vira uma página e parte para um novo capítulo da sua vida. Com um apartamento “aconchegante” à poucos minutos do trabalho e muita coisa glamurosa para ver. Nossa garota residente do quinto andar, tem muitos degraus para subir, literalmente!
Até para as pessoas mais experientes, o medo e a insegurança se fazem presentes. A questão é: Encarar o mundo assim mesmo ou desistir? Para Emily, a segunda opção não existe.
Mas ninguém disse que uma garota americana teria tantos problemas para se adaptar com os costumes locais. Afinal, “gentileza” não é o adjetivo que melhor define os franceses. Com uma marcação cerrada dos seus colegas de trabalho, o maior desafio da nossa protagonista é conquistar a confiança da sua chefe, Sylvie. Mon Dieu!

Emily Cooper é boa no que faz, apesar do seu jeitinho desagradar muita gente. Mas isso não importa: a garota veio para dar seu nome e é isso que ela faz.
Uma outra vertente dessa história é: Sorte no jogo, azar no amor. No caso de Emily é: Sorte no trabalho, azar no amor. Como se não bastassem todos os desafios, Doug, o namorado de Emily, acaba de botar um ponto final em seu relacionamento. Um namoro a distância não é para qualquer um. Mas estamos em Paris, homens bonitos e charmosos não vão faltar nessa cidade e é ai que ela conhece o Gabriel, o chefe promissor que comentei ali em cima! Haha
Muitas águas vão rolar … e um beijo ali e aqui também. O que Emily não esperava é que o rapaz que conquistou seu coração tem uma namorada, Camille. Como será que Cooper vai lidar com tudo isso?
Durante toda a narrativa nos deparamos com as diferenças as quais um americano e um francês lidam com uma mesma situação e até vemos a protagonista presa em enrascadas criadas pelas diferenças culturais. Tudo isso faz você refletir sobre como os costumes e a cultura são diferentes entre si, e te faz questionar até seus próprios hábitos. Eu parei várias vezes para pensar como me comportaria naquela determinada situação.
“Emily em Paris” é uma comédia romântica maravilhosa, capaz de te arrancar inúmeras sensações. Nesse exemplar acompanhamos a primeira parte dessa história, mas se você for uma pessoa curiosa, na Netflix você encontra as três temporadas… Até sair essa resenha, acredito que teremos novidades sobre a quarta temporada. Agora finalizo essa leitura, deixo com vocês a pergunta: Est-ce que un livre à retenir?

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